VI Fórum

Pistoleiros ferem vários índios Guarani no MS

Na Aty Guasu realizada recentemente na aldeia de Yvy Katu, os índios de praticamente todas as  trinta aldeias e 20 acampamentos indígenas da região do Mato Grosso do Sul, externaram sua indignação com a inoperância  e falta de cumprimento dos compromissos e prazos por parte da Funai. Disseram que a paciência tinha esgotado, restando-lhes agir no sentido de garantir seus tekoha. De lá para cá já se passaram novamente 15 dias e nada dos grupos de trabalho retornarem ao trabalho. Naquela ocasião informaram aos representantes do Departamento de Assuntos Fundiários da Funai, do Ministério Público Federal e antropólogos dos Grupos de Trabalho da decisão conjunta dos Nhanderu/caciques e todas as lideranças de que eles irão agir para assegurar seus direitos.

 Com as carabinas engraxadas

 No dia 28 próximo passado um grupo Guarani voltou a seu tekoha Ypo’i na município de Paranhos, na fronteira com o Paraguai. No

 “Os produtores estão de prontidão”, confirmou a presidente da organização não-governamental Recovê, Roseli Maria Ruiz. A entidade conseguiu ficar sabendo com até quatro dias de antecedência as ocupações promovidas em Sidrolândia e Miranda... Com o boato de que as áreas poderão ser invadidas, os produtores rurais trocaram o descanso para ficar de prontidão nas fazendas neste fim de semana. A mobilização tem o objetivo de evitar a ocupação da terra, já que a retirada do indígena da área é muito difícil. Atenta à mobilização dos índios, a Recovê conseguiu detectar com quatro dias de antecedência a ocupação em Miranda. No dia anterior à invasão, a ONG identificou que a área ocupada seria a Fazenda Petrópolis, do ex-governador Pedro Pedrossian. Ele chegou a ser avisado.”(Campo Grande News, 30/10/09)

 Nos comentários ao final da matéria se revela o verdadeiro pensamento  da classe dominante que não quer reconhecer os direitos indígenas às suas terras tradicionais. “Neste pais onde o trabalho honesto não é reconhecido, deve-se mesmo dar terra aos índios, por que eles não fazem nada, vão no mínimo plantar uns três pés de mandioca e esperar pelo governo que lhes dê, depois da terra,cestas básicas e cachaça, muita cachaça para que morram encharcados da bebida preferida do nosso presidente.
Só gostaria de saber quem é que está por trás disso atiçando esta...

Dia Mundial sem Carro: um dia para repensar o transporte individual

 

No Brasil, mais de 56 milhões de veículos circulam pelas ruas e rodovias. Somente na cidade de São Paulo são cerca de seis milhões.

Além dos transtornos, como os congestionamentos intermináveis, estresse e acidentes, cada um desses veículos emite 16 toneladas de gás carbônico por ano, o que significa mais poluição no ar e aumento de gases efeito estufa na atmosfera. Preocupadas com a questão, em 1988, na França, 35 cidades iniciaram um movimento pela redução dos automóveis nas ruas e criaram o Dia Mundial Sem Carro, 22 de setembro.

Com o tempo, a mobilização se estendeu pelos países europeus, chegando inclusive a outros continentes. No Brasil, o primeiro Dia Mundial sem Carro aconteceu em 2001, e a cada ano crescem as adesões em todos os Estados. Mais de 280 organizações de cidades como São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte estão envolvidas na iniciativa todos os anos. Na Capital paulista, as ações estão sendo organizadas por várias entidades, como o Movimento Nossa São Paulo, Instituto Akatu, Campanha Tic Tac, Coletivo Ecologia Urbana, SOS Mata Atlântica, Respira São Paulo, Sesc e Transporte Ativo.

 

Iris
Cufa
M D Agrário
Fora do Eixo